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Azeredo Lopes felicita novos auditores de Defesa Nacional 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional presidiu esta quinta-feira à sessão de encerramento do Curso de Auditores 2017/2018, no Instituto da Defesa Nacional, em Lisboa.
 

O Ministro da Defesa Nacional presidiu esta quinta-feira à sessão de encerramento do Curso de Auditores 2017/2018, no Instituto da Defesa Nacional (IDN), em Lisboa, tendo aproveitado para felicitar os 42 auditores que concluíram esta formação no presente ano letivo e os 51 auditores do curso anterior, que receberam agora o diploma ou certificado.

Durante a sua intervenção sobre Política de Defesa, José Azeredo Lopes considerou que é “de capital importância que Portugal marque a sua presença no contexto geoestratégico contemporâneo e que esteie a sua Defesa Nacional num pensamento e numa ação fortemente inscritos no mundo, adaptáveis e adaptados à volatilidade e à hibridez das novas ameaças”.

Para tal, em seu entender é necessário que as Forças Armadas estejam “preparadas, equipadas, capacitadas e concentradas nas missões que a orientação política previamente enquadrou”.

O ministro Azeredo Lopes aproveitou também a ocasião para anunciar a revisão de “diplomas que, no seu conjunto, orientam e circunscrevem a Ação Externa da Defesa Nacional”, como os adidos de Defesa, as Forças Nacionais Destacadas e a Cooperação no Domínio de Defesa, por considerar que se trata de “um processo de primacial importância”.

“Uma palavra que é testemunho da minha convicção de que, quando concluída esta revisão, poderemos dizer que a Ação Externa da Defesa está doravante apoiada em instrumentos mais modernos, mais adequados às necessidades atuais, mais vocacionados para o preenchimento da cabal importância da componente externa da Defesa como dimensão fundamental e incontornável, por direito próprio, da Política Externa de Portugal”, declarou o governante.

O Ministro defendeu ainda a passagem “de um conceito mais restrito de Cooperação Técnico Militar” – que tem pautado o relacionamento com os países da CPLP – para uma nova abordagem de “Cooperação no Domínio da Defesa” e que é, antes de mais, “sinónimo de reciprocidade”.

Na reta final da sua intervenção, Azeredo Lopes dirigiu-se aos auditores, desejando que o curso os tenha “enriquecido como profissionais, como pessoas, como cidadãos” porque “pensar a Defesa Nacional” é também “amar Portugal”.

O Diretor do IDN destacou, por sua vez, a importância do CDN em promover uma “consciência pública informada” sobre os assuntos da Segurança e da Defesa, em particular, nas sociedades abertas “democráticas” e “transparentes”, num “contexto cada vez mais globalizado”.

Numa altura em que se cumpre a 42ª edição do curso, o general Vítor Viana referiu que o mesmo se tem afirmado “como uma referência nas elites portuguesas”, tendo já sido formados, naquela casa, 1841 auditores, oriundos das mais diversas áreas profissionais e académicas.

Uma das novidades introduzidas este ano foi a apresentação, na sessão de encerramento, do melhor trabalho de investigação realizado pelos auditores, subordinado ao tema “Terrorismo e Violência Política”.

Atualizado em: 23-05-2018 11:20 
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