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Agentes da Polícia Marítima partem para missões de vigilância da Frontex 
 
 
Polícia Marítima vai vigiar, combater a criminalidade e desempenhar missões de busca e salvamento no Mediterrâneo

Polícia Marítima vai vigiar, combater a criminalidade e desempenhar missões de busca e salvamento no Mediterrâneo

"Esta é uma missão difícil, porque carrega as dores de homens e mulheres como nós, testa as nossas emoções e a nossa compaixão e, sobretudo, a nossa capacidade, talvez portuguesa, de socorrer sem olhar a quem", afirmou o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, esta quarta-feira, durante a cerimónia de despedida das equipas da Polícia Marítima que vão integrar as Operações Poseidon e Triton da Frontex.

Cerca de 60 elementos da Polícia Marítima participam entre maio e outubro de 2017 nas missões europeias de patrulha, vigilância marítima, combate à criminalidade no mar, combate ao tráfico de seres humanos e assistência humanitária.

Marcos Perestrello sublinhou como as missões de vigilância e controlo de fronteiras "muitas vezes se transformam também em missão de salvamento marítimo", considerando que a Polícia Marítima “tem cumprido com distinção as mais diferentes missões ao serviço dos superiores interesses de Portugal”.

Para o Comandante-Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante Sousa Pereira, tal como no ano passado, em que foram salvos 3.500 refugiados que faziam a travessia do Mediterrâneo em direção à Europa em embarcações precárias, esta missão tem também "um enfoque na busca e salvamento marítimo”.

"A grande responsabilidade, a primeira que temos, no mar é salvar vidas", sublinhou, acrescentando que este ano, para além da missão de controlo de fronteiras, a atuação da PM portuguesa "não se restringe ao controlo de fronteiras ou à busca e salvamento, englobando também a vigilância, a fiscalização costeira e o combate a ilícitos".

A cerimónia, em Lisboa, contou com a participação do diretor da Plataforma de Apoio aos Refugiados, Rui Marques, e da porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Melissa Fleming, que agradeceu às forças portuguesas, considerando que "o que estão a fazer é uma missão nobre", porque promove a segurança mas também porque salva vidas, sublinhando que "ninguém que é vítima de perseguição deveria ter que morrer enquanto procura salvar-se".

O Comandante-Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante Sousa Pereira, avançou durante a cerimónia que Portugal integra a Operação Triton de 1 de junho a 31 de julho, com um total de 15 elementos da equipa de Operações Táticas da Polícia Marítima, no sul de Itália, com especial enfoque no combate à criminalidade no mar e ao narcotráfico.

A missão na Operação Poseidon ocorre entre 1 de maio e 30 de outubro a partir da Ilha grega de Lesbos, situada no mar Egeu, com 11 agentes da PM e dois militares da Marinha, que serão sucessivamente rendidos, envolvendo 42 elementos no total.

 

Atualizado em: 28-04-2017 20:37 
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