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25 Anos da APOIAR: reconhecimento do stress pós-traumático é um ganho da nossa democracia 
 
 
Ana Santos Pinto participou na cerimónia dos 25 anos da APOIAR – Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vítimas do Stress de Guerra

A Secretária de Estado da Defesa Nacional considera que “o reconhecimento do stress pós-traumático de guerra e dos impactos incapacitantes daqueles que o sofrem é um ganho da nossa democracia e uma forma de tornar a nossa sociedade mais justa e mais solidária”.

Ana Santos Pinto participou na cerimónia dos 25 anos da APOIAR – Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vítimas do Stress de Guerra, que teve lugar na Biblioteca Museu República e Resistência, em Lisboa e na qual destacou a importância do trabalho desenvolvido por esta associação junto dos antigos combatentes mas também junto das suas famílias.

A Secretária de Estado da Defesa Nacional agradeceu a todos os colaboradores da APOIAR que “fazem este trabalho tão exigente, tão complexo, diário e muitas vezes invisível, que é complementar às atividades realizadas pelas estruturas do Estado”.

A sensibilização para os impactos psicológicos e incapacitantes do stress de guerra é, portanto, de extrema importância e um trabalho permanente. Neste sentido, o Estatuto do Antigo Combatente que se encontra para aprovação na Assembleia da República, cria uma Unidade Técnica para os Antigos Combatentes, que contará com a presença de representantes de diferentes Ministérios, incluindo o da Saúde e tem como objetivo agilizar o trabalho conjunto das várias estruturas do Estado e “é por isso que nos orgulhamos desta parceria no âmbito da Rede Nacional de Apoio, e incentivamos a continuidade do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela APOIAR”, afirmou Ana Santos Pinto.

Esta capacidade instrumental e estrutural do Estado no apoio aos Antigos Combatentes foi destacada pela Secretária de Estado, que afirmou que “por muitos esforços, e por muitas estruturas e instrumentos que o Estado vá desenvolvendo, é impossível fazê-lo sem a ajuda das Organizações e das Instituições de caráter não-governamental como é o caso da APOIAR”.

Na cerimónia que assinalou o 25º aniversário da APOIAR, foi cumprido um minuto de silêncio por todos os associados que morreram e pelo comendador José Arruda, que foi presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas.

Atualizado em: 10-05-2019 10:37 
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