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Cruz Vermelha contribuiu para que este período de crise económica se tornasse “menos difícil" 
 
 
Decorreu hoje, em Lisboa, a sessão solene de abertura das Comemorações do 150º aniversário da Cruz Vermelha Portuguesa.

  

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) contribuiu para que este “período muito duro” da nossa democracia, marcado pela grave crise económica, se tornasse menos difícil para os portugueses.

“A crise financeira e a dependência total do financiamento externo para prover às necessidades mais básicas do povo português ameaçou tornar-se também num caso de emergência social generalizada ou geograficamente localizada”, tal como aconteceu na década de 80, referiu o ministro da Defesa Nacional, acrescentando que “para impedir que tal acontecesse foi preciso contar com a atuação do Estado mas também com a resposta pronta, dedicada e fundamental do chamado terceiro sector”.

José Pedro Aguiar-Branco, que falava na Cerimónia dos 150 anos da CVP, no auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, onde esteve também presente a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, destacou o trabalho notável desta organização “na assistência humanitária e social e em especial aos mais vulneráveis, contribuindo de forma decisiva para a defesa da vida, da saúde e da dignidade humana”.

Referindo o trabalho desenvolvido por todos os que fazem “do sentido da abnegação, da dedicação ao outro, da solidariedade, do voluntariado e da ação humanitária uma causa de vida”, o ministro da Defesa Nacional afirmou que as instituições deste tipo “são o expoente da nobreza da solidariedade social e a verdadeira mão invisível no apoio a quem mais dele precisar, complementado o trabalho do Estado ou suprindo o que este não teve capacidade para prestar”.

A cerimónia ficou ainda marcada pela intervenção do atual Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, Dr. Luís Barbosa, e pelos testemunhos dos ex-Presidentes Nacionais da CVP: Coronel Raúl Duarte Cabarrão, Contra-Almirante médico Luís Soares Ribeiro e Dra. Maria Barroso Soares.

Para assinalar os 150 anos da sua existência a CVP tem agendadas, para este ano, um conjunto de iniciativas por todo o País.

Atualizado em: 12-02-2015 19:24 
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