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“Escola Naval está plenamente virada para as complexidades do Século XXI” 
 
 
O Ministro da Defesa manifestou durante a sessão solene de abertura do ano letivo da Escola Naval o “agrado e satisfação por estar na Escola Naval pela primeira vez”

O Ministro da Defesa manifestou durante a sessão solene de abertura do ano letivo da Escola Naval o “agrado e satisfação por estar na Escola Naval pela primeira vez”, nesta escola pautada de grandes valores e grandes tradições”, inserida no ensino superior militar que “é absolutamente fundamental para o desempenho das nossas Forças Armadas”.

Perante o Corpo de Alunos e docentes da Escola Naval, João Gomes Cravinho sublinhou “os ingredientes” comuns ao ensino superior civil e militar como “a excelência no ensino, o rigor e a exigência” mas que, no caso do ensino superior militar são acrescidos “da disciplina e da formação cívica e moral” para que esta seja uma “escola de promoção da cidadania”.

Para o governante, a Escola Naval tem de enfrentar o “imperativo constante de adaptação face a circunstâncias em muito rápida mutação”, mas está confiante que esta escola, apesar de bicentenária, está plenamente virada para as complexidades do século XXI.

O Ministro acredita que a instituição dará ”a resposta apropriada” sem nunca deixar ser “uma escola de mar” e sem nunca deixar de “consolidar o conhecimento e atuação  no quadro das ciências do mar e da cultura marítima” que confere à Escola Naval uma tarefa que é única e é essencial”. 

 

“Portugal deve ter sempre a consciência de que continua a ser uma nação marítima”.

João Gomes Cravinho atribuiu uma “particular importância à formação científica de base, técnica e tecnológica” que se pratica na Escola Naval que está “associada a uma tradição de pensamento inovador, através do incentivo às atividades de investigação, desenvolvimento e inovação nas áreas de interesse para a segurança e defesa nacional”.

“No domínio da investigação são imprescindíveis as parecerias com outras instituições do ensino superior ou start-ups e empresas” e que como no caso das Jornadas do Mar “dinamizam o saber relacionado com o mar”. Esta pode ser “uma via privilegiada para a sustentação do desenvolvimento de Portugal”, uma vez que tanto “o nosso futuro como o nosso passado” passam pela ligação ao mar e de “como soubermos tirar proveito do nosso relacionamento com o mar” em que “os oceanos constituem um património, cada vez mais significativo para a humanidade” afirmou o Ministro da Defesa.

​​​A sessão marcou também o encerramento de mais uma edição das Jornadas do Mar, um Colóquio de estudantes para estudantes, com o objetivo de dinamizar a comunidade universitária em torno da temática do mar, entendido como uma via privilegiada para o desenvolvimento de todas as capacidades que se podem obter com o estudo e conhecimento do mar e das suas múltiplas utilizações.

A Escola Naval é um estabelecimento de Ensino Superior Público Universitário Militar destinado a formar oficiais da Marinha Portuguesa, a instituição conta com um corpo docente superior a 70 professores militares e civis, que associam à sua função de docência uma vasta experiência profissional.

Estiveram também presentes nesta cerimónia o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, a Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Mendes Calado, o Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional, Marco António Costa, e o General Vaz Antunes, Chefe da Casa Militar do Presidente da República.

 

Atualizado em: 09-11-2018 23:02 
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