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“Dignificar e reforçar as Forças Armadas” 
 
 
Na Cerimónia de Receção Militar ao novo Comandante Supremo, Marcelo Rebelo de Sousa, frisou a importância de apostar nas Forças Armadas.
 

Os três ramos das Forças Armadas saudaram, hoje, no Palácio Nacional de Mafra, o novo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa cerimónia aberta ao público e inovadora na sua génese, onde marcaram presença as mais altas figuras do Estado e das Forças Armadas.

O Presidente da República destacou que as “Forças Armadas são, em quase nove séculos de História, a expressão viva de muito do que de melhor fizemos no passado e fazemos no presente”.

Numa cerimónia em que participaram o Primeiro-Ministro, o Ministro da Defesa Nacional e os chefes militares, entre outras altas figuras do Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu que as Forças Armadas merecem que o “poder político - todo ele, solidariamente - lhes reconheça a importância da missão que desempenham, em objetivos a prosseguir, em meios a utilizar e, até, em sensibilidade, para não se esquecer delas de cada vez que tem de decidir sobre matérias que possam implicar ou sugerir depreciação do seu estatuto”.

O Presidente da República declarou que o que importa é “dignificar, reforçar e conferir mais evidentes capacidades de afirmação às Forças Armadas”, pois “estão permanentemente mobilizadas para defender os valores essenciais da Pátria que somos”.

"Procurarei ser atento, sereno e interventivo, convicto de que o esforço nacional deve ser orientado para três frentes fundamentais”: a “Afirmação do atual Conceito Estratégico de Defesa Nacional, fiel às coordenadas permanentes da política externa (Aliança Atlântica, União Europeia e CPLP)”, valorizar a “carreira das armas, com atenção constante ao estatuto dos militares” e promover o “investimento e eficácia na transformação do perfil das nossas armas”, sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa.

Perante mais de mil militares, o Presidente da República terminou a sua alocução afirmando que “onde quer que exista um soldado, um marinheiro, um aviador, aí está presente o melhor de Portugal”.

O Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), por sua vez, reforçou o papel das Forças Nacionais Destacadas, que se assumem como um “pilar essencial no apoio à política externa portuguesa e na defesa dos interesses de Portugal no seio da comunidade internacional”. Pina Monteiro realçou a presença do Ministro da Defesa, a quem saudou, pela “abertura franca e leal” na procura “das melhores soluções no âmbito da defesa”.

O CEMGFA afirmou ainda que as Forças Armadas sempre foram, e continuam a ser, o garante último da defesa de Portugal”, sendo por isso essencial “preservar, e se possível reforçar, o papel das Forças Armadas na sociedade nacional”.

A cerimónia terminou com o desfile das Forças em parada, cinco paraquedistas da Equipa de queda livre do Exército, os “ Falcões Negros”, saltaram de uma aeronave C-295, cada um com uma bandeira desfraldada: a bandeira nacional foi entregue ao novo Comandante Supremo das Forças Armadas.

 

Atualizado em: 11-04-2016 14:21 
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