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“Desvalorizar a condição militar é enfraquecer a nação” 
 
 
A cerimónia de despedida das Forças Armadas ao Presidente da República decorreu no Instituto Universitário Militar com 600 militares em parada.
 

As Forças Armadas portuguesas despediram-se hoje do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no Instituto Universitário Militar (IUM), em Lisboa, onde estiveram também presentes o Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), Artur Pina Monteiro, e os Chefes dos três ramos das Forças Armadas.

No seu último discurso enquanto Chefe Supremo das Forças Armadas, Cavaco Silva referiu que, ao longo dos seus dez anos de mandato, detetou duas prioridades que se destacam e que não devem ser descuradas: “As pessoas – o recurso mais valioso – sobre as quais se deve centrar a ação de comando, não esquecendo as que, já afastadas das fileiras, se encontram numa situação mais fragilizada – e a capacidade operacional, requisito essencial à aplicação do vetor militar”. “O País e os portugueses não compreenderiam a existência de umas Forças Armadas sem a prontidão e o nível de resposta adequados para o cumprimento das missões”, acrescentou.

Num discurso pontuado por alguma emoção, Cavaco Silva declarou que “a Instituição Militar tem-se constituído como uma notável escola de cidadania” e realçou a sua capacidade de adaptação a novas realidades e exigências, a competência, a dedicação e os “elevados padrões de desempenho”. O Presidente da República defendeu ainda que é necessário “assegurar a estabilidade legislativa e os recursos necessários”, advertindo que “desvalorizar a condição militar é enfraquecer a nação”.

Na sua alocução de despedida, o General Pina Monteiro relembrou a passagem do “antigo alferes”, Cavaco Silva, pelas Forças Armadas e realçou a “preocupação” do mesmo “em incentivar a evolução estrutural” da Instituição Militar. “Os comandantes não se despedem, simplesmente terminam o exercício do seu cargo, mantendo-se na memória individual e coletiva dos seus subordinados”, frisou o CEMGFA.

 O CEMFGA juntamente com os Chefes dos três ramos ofereceram a Cavaco Silva três espadas referentes a cada ramo e que, simbolicamente, remetem para o seu Comando Supremo das Forças Armadas.

Discurso do Presidente da República, Cavaco Silva

Discurso do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Pina Monteiro

 

Atualizado em: 05-03-2016 01:01 
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