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"O Estado tem uma dívida de gratidão para com os deficientes das Forças Armadas" 
 
 
A ADFA assinalou o seu 41º aniversário com uma cerimónia que reuniu inúmeros associados e convidados na Sede Nacional, em Lisboa.
 

Durante a sua intervenção, no 41º aniversário da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), o ministro da Defesa Nacional elogiou o trabalho desenvolvido por esta instituição e justificou a sua presença na cerimónia com a “enorme dívida de gratidão” que o País tem para com os seus deficientes estando, na sua opinião, “em incumprimento há vários anos” para com os mesmos.

José Pedro Aguiar-Branco referiu ainda que o preço a pagar por “uma vida mutilada” jamais pode ser integralmente compensado, mas deu como exemplo algumas das medidas tomadas nos últimos quatro anos, como forma de atenuar esta divida para com os Deficientes das Forças Armadas:

A reformulação e a simplificação do processo de qualificação de “deficiente das Forças Armadas”; a redução, no prazo de um ano, de mais de 1200 processos desta natureza; o apoio à criação do centro de próteses em Lisboa; a instalação de um lar militar da Cruz Vermelha; a isenção de parecer prévio e procedimento concursal para as aquisições de próteses para os Deficientes das Forças Armadas; a criação de condições para a delegação da ADFA no Porto; a atualização das pensões dos Deficientes das Forças Armadas, com retroativos desde 2009; e, finalmente, a diferenciação positiva dos Deficientes militares na Defesa dos seus direitos.

O ministro da Defesa Nacional referiu ainda que a ADFA pode continuar a contar “nos próximos e últimos meses de mandato” com o seu apoio para o lançamento dos projetos “que ainda estão por concretizar”, como é o caso da implementação de “um plano de ação para os Deficientes das Forças Armadas”, que prevê “um conjunto de medidas integradas de apoio”.

Antes de terminar, o responsável pela pasta da Defesa Nacional destacou também o “modelo de relacionamento” existente atualmente entre o Estado e os seus Deficientes das Forças Armadas, e o papel do comendador José Arruda, enquanto presidente da ADFA, que “comenta, participa, constrói e contribui” para as decisões a tomar neste âmbito, constituindo um “verdadeiro exemplo de como deve ser exercida a nossa cidadania”.

Na cerimónia estiveram também presentes o anterior Presidente da República, General Ramalho Eanes, o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral e os Chefes de Estado dos três Ramos das Forças Armadas.

 

DISCURSO DO MINISTRO DA DEFESA NACIONAL

Atualizado em: 15-05-2015 11:06 
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