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Trabalhos de alunos sobre a I Guerra Mundial foram premiados 
 
 
O Secretário de Estado da Defesa Nacional entregou prémios dos concursos “Há cem anos” e “Do soldado desconhecido ao soldado conhecido”
O Secretário de Estado da Defesa Nacional entregou prémios aos alunos vencedores dos concursos “Há cem anos” e “Do soldado desconhecido ao soldado conhecido”

“A guerra não é uma coisa boa” e por isso “nunca devemos esquecer aqueles que sofreram e que deram a vida pelo nosso país”, foi com estas palavras que o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello encerrou a sua alocução aos alunos vencedores dos concursos escolares “Há Cem Anos” e “Do soldado Desconhecido ao Soldado Conhecido”, na Fortaleza de São Julião da Barra, em Oeiras.

Marcos Perestrello realçou a “qualidade dos trabalhos, pela criatividade e rigor que puseram” e que ”impedem que sejam esquecidos” os “rapazes, com uma idade pouco mais avançada que a vossa” que “partiram para o desconhecido dispostos a combater e a morrer pelo seu país”.

O Secretário de Estado da Defesa agradeceu aos professores o “tempo e energia” que “despenderam no desenvolvimento deste desafio” e ao trabalho valioso” que a Comissão Coordenadora das Evocações do Centenário da I Guerra Mundial, na pessoa do seu presidente, de “promover iniciativas que deixarão para o futuro um acervo documental escrito e audiovisual que será fonte para muitos estudos no futuro”.

 O Secretário de Estado da Defesa destacou que “hoje celebra-se a paz” e essa “juventude brava”, que tinha “pouco mais que a vossa idade”, que era ”anónima, desconhecida” a quem queremos dar “vida”, a quem devemos “agradecer porque hoje Portugal é um país melhor que em 1916”.

O Diretor-Geral da Educação, José Vitor Pedroso, na sua intervenção, destacou a “relevância, no âmbito da educação histórica e da educação para a cidadania” que “este projeto nacional” assume “particular significado”.

José Vitor Pedroso realçou ainda a “importância da Evocação do Centenário da Grande Guerra” que proporciona “um espaço de reflexão sobre estes acontecimentos e o seu impacto na evolução da Europa de então” e o “envolvimento de Portugal naquele conflito”.

O Concurso escolar Há Cem Anos é uma iniciativa promovida conjuntamente pela Direção-Geral da Educação e pela Comissão Coordenadora das Evocações do Centenário da I Guerra Mundial. Pretende promover o estudo da Primeira Guerra Mundial, contribuindo para o conhecimento do conflito, do contexto em que se desenrolou e das alterações decorrentes e incentivar a reflexão sobre a importância da paz.

O Presidente da Comissão para as Evocações do centenário da I Guerra Mundial, Tenente-General Mário de Oliveira Cardoso enalteceu a “vontade coletiva do Ministério da Defesa Nacional e do Ministério da Educação” de “convidar os mais novos a conhecerem o passado” em “momentos que foram cruciais na História do Mundo e também na de Portugal”.

Mário de Oliveira Cardoso congratulou-se pela qualidade dos trabalhos apresentados a concurso e que são um “testemunho de compromisso e de confiança de quem um dia nos vai substituir na liderança das instituições do nosso país”.

O Presidente da Fundação Vox Populi, Luís Teixeira Queirós, no seu discurso referiu que “foi muito gratificante para a Fundação envolver-se neste projeto”, numa iniciativa que “contribuiu muito para reforçar a crença que ensinar a descobrir pode ser tão ou mais importante que descrever ou memorizar factos”.

O Lema da Fundação Vox Populi é “sou português, tenho opinião e cuido do futuro” e, de acordo com Luís Teixeira Queirós, este projeto que “contribui para preservar a memória da Grande Guerra e dar a conhecer os soldados desconhecidos”, reforça esse lema.

O Concurso escolar Do soldado Desconhecido ao Soldado Conhecido é uma iniciativa promovida conjuntamente pela Direção-Geral da Educação, pela Fundação Vox Populi e pela Comissão Coordenadora das Evocações do Centenário da I Guerra Mundial. O concurso pretende incentivar o estudo da Primeira Guerra Mundial e contribuir para conhecer e divulgar as condições de participação dos portugueses no conflito.

O Grupo vencedor, 20 alunos da Escola Básica e Secundária Padre José Augusto da Fonseca, de Aguiar da Beira, irá realizar uma viagem à Flandres, onde decorreu a ação dos portugueses nos anos de 1917 e 1918. Uma oferta da Fundação Vox Populi.

Esta tarde de celebração da paz iniciou-se com uma cerimónia de homenagem aos mortos no conflito, onde os alunos premiados lançaram ao mar flores brancas. Seguiu-se o “toque de silêncio” de um clarim, executado por um elemento da Fanfarra do Exército, perante os convidados e uma guarda de honra de Lanceiros.

Atualizado em: 05-01-2017 10:14 
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