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“Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz” chega a Viana do Castelo 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, juntamente com o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino

Viana do Castelo junta-se assim a Vila Real, Porto, Lisboa e Viseu, distritos que já assinaram os protocolos-quadro para a implementação do “Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz”.

O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, juntamente com o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, deslocaram-se, esta quarta-feira, à Escola Básica e Secundária de Paredes de Coura para participar na assinatura, dos protocolos-quadro para a implementação do “Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz” com as doze Câmaras do distrito de Viana do Castelo.

O Ministro da Defesa partilhou mais uma vez o seu agradado por todas as câmaras de um distrito terem aderido a este desafio: “é mais uma vez um sinal, que, de facto, estamos a fazer algo que é transversal, que nos une”, acrescentando que “temos aqui esta vocação para transformar este projeto numa dimensão nacional”. “Vamos distrito a distrito para, tanto quanto possível, espalhar esta que é para mim uma marca muito positiva”.

“Assinar estes protocolos na presença de professores e alunos é um sinal muito carregado de significado, porque atesta a colaboração virtuosa existente na área da governação, e que é possível estabelecer”, afirmou o Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes no final da cerimónia, na qual estiveram também presentes o Secretário de Estado da Defesa Nacional e o Diretor do Instituto da Defesa Nacional. 

Este referencial, que vai do pré-escolar até ao secundário, já foi implementado nos distritos de Lisboa, Porto, Vila Real e Viseu e a expectativa é abranger o resto do país. “É com muito gosto que já posso arrolar que mais de 500 professores receberam formação necessária para serem eles os agentes da Segurança, da Defesa e da Paz”, anunciou Azeredo Lopes admitindo ainda que “é impossível exigir a uma criança ou jovem que saiba o que são as Forças Armadas se não houverem conteúdos educativos”.

Com um discurso visivelmente emotivo, por voltar à escola onde estudou, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues referiu que “só com educação se pode ter a segurança e a paz, este importante Referencial de Educação, que todos os concelhos do Alto Minho adotam agora, como seu”.

Por sua vez, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, referiu que “a escola não ensina só as matérias clássicas, a escola como hoje podemos aqui testemunhar, tem que incutir valores e tem que ser transformadora da sociedade. As escolas, são por isso, um espaço privilegiado de intervenção, para a promoção de uma cultura da paz e da prevenção de todas as formas de violência”.

Catarina Marcelino, adiantou ainda que este protocolo é um “processo dinâmico a longo prazo” e que ao assiná-lo estamos a “reconhecer que a paz e a segurança são um direito, e cabe ao governo, escolas e autarquias locais, mas também, a toda a sociedade civil, garantir uma cultura de paz e deve por isso, enraizar-se na sala de aula”.

 

 

Atualizado em: 17-05-2017 21:32 
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